8.8.18

O risco prazeroso - Capítulo 2


Não, eu não estava sonhando, eu simplesmente estava tendo o prazer de contemplar aquela cena, aquele corpo, aquela..
-Você está bem? - perguntou a menina.
-Sim - olhei para ela, que desconfiou da minha afirmação.
-Estou sim - Reafirmei.
-Quer morangos? - disse enquanto me oferecia alguns em uma bandeja;
E claro, não ousei em recusar, ao coloca-los na boca, senti um gosto diferente, estavam absurdamente adocicados, tão vermelho quanto a boca daquela garota, que continuava ali totalmente nua e a vontade, minha presença não deixava-a de maneira alguma envergonhada, eu cada vez mais adorava aquilo, tentei ganhar território, mesmo com minha mente descordando, "Seria loucura, você nunca viu essa garota" mas meu corpo e desejo falaram mais alto, minha pele sentia sede, sentia desejo, sentia tentada, e loucura seria se eu não tentasse algo!
Ao me levantar, fui em direção ao banheiro, ela estava na banheira brincando com as espumas.
-Oi
-Oi - respondi sorrindo timidamente.
-Já percebeu como não existe algo mais relaxante do que ficar horas e horas aqui?
-Nunca entrei dentro de uma banheira - respondi, e ela logo se espantou, arregalando os olhos seguido de uma risada, não de deboche mas, bem..não consegui decifrar.
-Quer experimentar?
Onde eu estava com a cabeça, aceitar um convite de uma estranha para tomarmos banho juntas, em uma casa estranha, com gente que eu nunca vi, mas afinal o que aquela garotinha poderia fazer ? nada demais, então aceitei, sabia que era loucura, mas que mal tem?!
Ao tirar meus sapatos, notei que ela me observava, sem receio algum, mas não consegui compreender seu olhar, não consegui identificar se aquilo era desejo ou apenas um olhar, quando tirei o vestido, recebi um elogio um tanto quanto inesperado, se é que podemos chamar de elogio.
-Delícia ... seus ...- falou olhando para meus seios.
-Não mais que o seu - respondi sem pensar duas vezes, indo em direção a banheira.
-Não vai entrar assim, vai?
-Sim, eu vou, qual o problema? - Perguntei sem entender.
-Não sei em que planeta você vive, mas aqui nós tomamos banhos sem roupas - disse ela me encarando aproximando-se das minhas pernas, no qual retirou minha calcinha, sem ao menos perguntar, ela simplesmente as abaixou, delicadamente até chegar aos pés, sua ação audaciosa me excitou ainda mais, fiquei pensando o que ou quem era aquela menina.
Já encostada com as costas a borda,  entrei encostando na outra, ficamos uma de frente pra outra com as pernas esticadas, nossos corpos não se encontraram, a água estava em uma temperatura ideal, mas não resisti, enquanto ela relaxava descaçando sua cabeça e com os olhos fechados, os meus permaneciam bem abertos,  se recusaram a ignorar aqueles seios, fartos e com os bicos enrigecidos, isso me excitava ainda mais,  já estava imaginando os em minha boca, quando fui interrompida em meios aos meus pensamentos com uma pergunta vinda do nada.
-Já se tocou?
Fiquei com receio de responde-la, ao mesmo tempo que era atraente, parecia..
-Claro, existe coisa melhor do que se masturbar? - refutei.
Ela saiu da posição, erguendo a cabeça e fixando seu olhar diretamente ao meu, olhou desde minhas pernas às meus seios até chegar novamente em meus olhos.
-Alguém fazer isso por você !
Quando ela me disse isso, não tive dúvidas, essa garota estava me provocando, apesar das taças de bebida que havia ingerido, consegui entender muito bem o recado.
Sorri e soltei.
-Quer que eu te faça gozar aqui mesmo?
-O que ainda está esperando?!
Aquilo foi o basta, foi a carta branca que eu precisava, sai da minha zona de conforto e comecei tocando suas pernas e colando-as enquanto me sentava, em cima delas, ia percorrendo vagarosamente, fazendo questão que minha buceta encostasse em sua pele, fiz esse leve movimento até chegar em suas coxas, pudi sentir sua excitação. Ao sentar-se frente a frente, inclinei-me para beija-la, minhas mãos agarraram, apertando-os todo seu seio, enquanto a beijava,  Minha língua percorria sua boca, desfrutando do sabor de seu beijo finalizei com algumas chupadelas.
-Que delícia - falei.
Ela ainda estava tímida, ou então era passiva, ficava com receios de me tocar, resolvi dar uma ajudinha e peguei suas mãos fazendo questão de coloca-las em meu corpo, coloquei seu dedo do meio em minha boca, chupando enquanto me mexia em seu colo, relando minha buceta na sua virilha, queria sentir sua pele rente a minha, em tão poucos minutos ela já se delirava, e eu, claro, não queria que fosse tão rápido, ainda tinha muito o que fazer com aquela ..
-Quer ser minha putinha? - perguntei, beijando seu pescoço.. não ouvi resposta, apenas seu corpo reagindo a cada chupada e mordida que eu dava.
Peguei uma de suas mãos e coloquei em mim, ela não fazia nada, logo tirava e colocava em minha cintura, percebi que não seria como eu gostava, mas se era o que tinha, não poderia desperdiçar.
Me levantei e voltei para onde estava, encostei -me na banheira trazendo ela comigo, queria ver ela sentada no meu colo, dito e feito.
-Vou te fazer a minha putinha .- sussurrei depois de beija-la.
-Sem xingamentos, por favor - disse entre gemidos.
segurei-a entre os cabelos, com a outra mão apertava sua cintura, trouxe seu corpo contra o meu, meu rosto ficou frente a seus seios, comecei a chupá-los com rapidez e desenvoltura, mamava enquanto ela gemia, cada vez mais alto, minhas mãos firmavam sua cintura tentando faze-la acompanhar meu ritmo, queria aquela puta, que não gostava de ser chamada assim, rebolando em mim, e não é que tinha um rebolado incrivelmente gostoso, fiquei me deliciando por um bom tempo até que ela resolveu mudar de posição, saiu da banheira e ficou de quatro no piso do banheiro, eu ainda sem saber ao certo o que ela queria, apenas a observava, quando ela fez questão de sentar-se mexendo no próprio cabelo, ao ritmo da música que tocava, que começava calma mas no decorrer animava e ela seguiu direitinho a coreografia, rebolava e mexia em seu peito, dançava sem tirar os olhos de mim, no ápice da canção fez questão de empinar e deslizar pra frente sobre o chão, percebi que ela adorava mostrar o que eu tanto queria chupar, e isso me enlouquecia cada vez mais, minha buceta latejava de vontade daquela mulher, ao fim da música,começaram a tocar algumas músicas serenas, todas em inglês, ela seguiu para o quarto sem dizer ao menos uma palavra, fiquei sem entender, entretanto fui atrás, claro.
Quando a vi deitada na cama se tocando me molhei completamente, era possível sentir o alto calor que minha pele exalava, não a interrompi..seus olhos estavam fechados enquanto suas mãos tocavam delicadamente sua própria buceta.
-Sabe que é um porre eu ter que ficar aqui., enquanto tenho você bem aí pra me chupar. - provocou a garota.
-Achei que tinha desistido de ser chupada.
- só estava aquecendo, quero sua boca aqui a noite inteira - falou dando alguns tapas nela.
Não consegui não partir pra cima daquela menina, meu corpo estava prestes a pegar fogo, minha buceta pedia como nunca a dela, já estava toda molhadinha e a única coisa que eu queria fazer era...
-abre as pernas - falei enquanto soltava sua nuca depois de beijá-la.
Coloquei-a deitada na cama, ela por sua vez abriu como eu pedi, aquela foi a visão mais completa que pude ter, me sentei colada em sua buceta, mesmo com a música tocando ao fundo era possível escutar o som que fazíamos, coloquei sua perna em meu ombro e encaixei-me, comecei rebolando devagar , estava delicioso , aumentei a velocidade, me esfregava com rapidez, voracidade, enquanto uma mão ora apertava seu seio com força ora puxava o bico sem dó, ela gemia cada vez mais alto e eu rebolava cada vez mais acelerada, nossas bucetas se esfregavam, e nossos corpos se amoleciam, quando ela começou a me acompanhar, Puta que pariu, ver aquela cachorra rebolando enquanto eu fazia o mesmo era...
-Aiiiiii Caralhoooooo - falei praticamente desfalecida sobre a cama, que delicia, caralho, fiquei ali por algum tempo, notei que ela também estava totalmente sem fôlego e então me deitei ao seu lado acariciando seus braços e dando leves beijos, em seguida ela me abraçou e apenas aconchegou-se em mim.
-É seu celular tocando?
-An? - resmunguei, acordei com ela me cutucando.
Quando me dei conta, já era dia e adivinhem? vinte e seis ligações perdidas.


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