6.6.17

Será que é amor? - Capítulo 57


Depois de dispensarem o rapaz,  Caroline e Débora permaneceram na cama, riram de toda aquela situação.
-Jura que eu gritei tão alto assim? – indagou Débora.
-E como, mas entendo, chupadas como a minha levam qualquer um ao céu – provocou Carol.
-Qualquer um eu não sei, só sei que a única pessoa quem tem que saber disso sou eu.. – falou beijando-a.
As duas permaneceram na cama durante algum tempo, apenas abraçadas, trocando toques, olhares, silêncio, por mais que Débora fosse a mais velha, mais madura, sem sombra de dúvidas, era Caroline que conseguia tira-la da zona de conforto, era Caroline que a fazia se sentir uma adolescente apaixonada, capaz de cometer loucuras em pró do amor.
-Ei? – falou Carol.
-O que? – resmungou Débora que já estava quase dormindo.
-Acho melhor irmos, se não, vamos nos atrasar. -Disse manhosa.
Débora, levantou se, antes dando uma leve espreguiçada, tirou o lençol que cobria seu corpo , caminhou diretamente para o banheiro, apenas quando chegara na porta, fez questão de parar e chamar Caroline, apenas com um olhar, e um sinal de chamamento com o dedo indicador.
Como aquela mulher conseguia ser tão, tão..
-Piranha! – exclamou Caroline ao pé do ouvido. Débora soltou um sorriso instantâneo, em seguida puxou Carol para si, as duas caminharam até o box do banheiro, entre beijos e mãos bobas, rapidamente molharam-se com a água que caia sobre seus corpos, Débora em um movimento  rápido prensou Carol contra parede,  suas mãos firmes percorram cada curva de seu corpo, apertou os seios seguido de uns tapas, subiu sua mão esquerda prendendo o pescoço de Caroline, enquanto sua outra mão descia até sua virilha, Débora aproximou-se de sua boca, beijou-lhe o queixo, em seguida cochichou ...
-você sabe que me deixa louca me xingando assim, mas sabe que isso também é um perigo, não sabe? – perguntou enquanto beijava sua orelha.
-é perigoso é? – provocava Caroline quase sem condições de falar.
-Não está achando? – retrucou enquanto seus dedos acariciavam vagarosamente o clitóris de Carol.
-Sabe o que eu quero? – falou firme logo após de tirar a mão de Débora que prendia seu pescoço e coloca-la para trás das costas de Débora.
Caroline começou a beijar seu colo, sem demorar muito desceu para seus seios, começou passando a língua levemente em volta dos bicos, em seguida os chupo delicadamente, mordeu levemente, escutava apenas os sussurros calmos de Débora, que apenas sentia a sensação de cada mordida deliciosa que Caroline insistia em fazer.
Débora ao se desprender de Carol, segurou seus cabelos, empurrando sua cabeça contra seus seios.
-Isso, continua – dizia entre suspiros.
Caroline segurava sua cintura, enquanto sua boca percorria cada pedaço dos seios de Débora, entre beijos e lambidelas, abocanhou o bico enrijecido e o mordeu, fazendo Débora arranhar suas costas imediatamente.
De repente, ouviram uma batida na porta.
-Será o gerente? – perguntou Carol tentando se soltar de Débora que insistia em lhe agarrar.
-Deixa bater – falava enquanto puxava Caroline para si.
-Você é muito safada – disse fitando-a com um sorriso de canto de boca.
-Você que me deixa assim- finalizou beijando-a.
Novamente, batiam na porta, dessa vez mais forte.
-Que saco ! – exclamou Débora, já colocando o roupão.
-Já vai, já vai – gritava enquanto as batidas insistiam em continuar.
-Desculpe senhora, mandaram entregar isso – falou um rapaz dando uma caixa à Débora, que logo após pegar, agradeceu.
-Quem era? – perguntou Carol .
-Era um funcionário, ele trouxe essa caixa – disse mostrando-a.
-E o que tem nela?
-não sei, ainda não abri.
- Está esperando o que ?
Débora fitou Caroline, e logo em seguida abriu.
-Não acredito – falou surpresa.
- O que foi? Perguntou Caroline.
-nada – respondeu assustada fechando a caixa.
-O que tem ai ?
-eu já disse, não tem nada.
-então por que está assim?
- nada Caroline, será que dá para ir se arrumar logo ?
-É sério que você vai esconder de mim o que tem aí dentro? – perguntou séria.
-Por favor, agora não – pediu.
Carol assentiu com a cabeça, era nítido seu olhar de decepção, assim como era nítido o de Débora, que sentia-se totalmente desarmada.
Antes de chegarem ao teatro, o clima entre as duas estava tenso, trocaram apenas palavras durante todo o caminho, Caroline tentava encontrar o olhar de Débora, que sempre se desviava ao perceber que Carol a olhava.
-Sabia que eu te amo? – falou carinhosa.
Débora levantou a sobrancelha, em seguida deu um sorriso e uma rápida olhada em Caroline, que a encarava enquanto ela dirigia.
-Pensei que ia falar que me ama também... – disse fazendo-se de aborrecida.
Débora voltou o olhar novamente contra Carol, que estava com a cabeça encostada no banco, observando-a, pegou suas mãos, entrelaçando seus dedos aos dela.
-Eu não sei por que eu fico assim quando estou com você, mas fico. – disse serena.
-E você me faz tão bem que às vezes sinto que eu não te mereça ... – dizia vagarosamente, tomando cuidado com cada palavra que teria que dizer.
Carol apenas assentia com a cabeça, demonstrando que prestava atenção em cada palavra dita.
-Débora, eu não sou tudo isso..
-Claro que é, você é tudo isso e ..ah Caroline, eu já fiz tantas coisas ruins  na minha vida, você não tem ideia.. – disse.
-E você acha que eu não? – respondeu Carol com um sorriso de canto de boca despertando uma descontração por parte de Débora que não conseguiu evitar o riso.
-É diferente, acredite.
-Débora,  eu sei que não sei tudo sobre você, aliás, sei que não sei muitas coisas sobre você, e você também não sabe muitas coisas sobre mim, podemos começar a desvendar nossos segredos agora, não acha? Sem cobranças e julgamentos, “o amor tudo supera”!
-Você é incrível!
-Você também – respondeu Carol se esticando para dar um selinho em Débora que tentava não se distrair, já que estava dirigindo.
-Vai me contar ou vou ter que te torturar até você falar? –brincou.
Débora respirou fundo, não sabia como começar e muito menos por onde começar, resolveu ser simples e direta.
-Eu tenho um filho. –  falou Débora.


Capítulo 58

7 comentários:

  1. um vaso florido.
    ·
    Para seu amor te procurar.
    Para seu amor te procurar ainda hoje apaixonado(a) e querendo ficar com você, conte 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1 e em seguida repita: "Bruxos e bruxinhas assim que essa simpatia eu publicar, (diga o nome da pessoa amada) vai me procurar, se desculpar, pedir para me amar e falar que precisa muito de mim, ele(a) irá me ligar agora pois está pensando loucamente em mim. E me fará a pessoa mais feliz do mundo."

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    1. Não faça Simpatia, se você estiver lendo isso, não se engane, não faça um amor ser forçado.

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  2. Continua bleeeeeeeeeeeeeeeeeeeeer !!!

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  3. continua o conto pfvr, será que é amor eh um dos que eu gosto mais...

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