11.1.17

Será que é amor? - Capítulo 49


Débora parecia bastante nervosa, insistia na pergunta deixando Jonathan assustado e não era pra menos, ela havia saído do carro soltando fogos pelas ventas, não seria de menos o medo do rapaz, principalmente depois que ela avançou o carro para cima dele, que na visão de Caroline havia sido proposital.
-Ei, calma, ele me encontrou aqui por acaso - interviu Caroline, Débora respirou fundo, encarando o menino que quase borrou nas calças só com a pequena intimidação por parte de Débora que se virou contra Caroline.
-Te espero lá em cima, não demora. - finalizou voltando para o carro, Carol apenas a observou, nunca tinha visto Débora assim, claro, ela já aparentou ciúmes, mas nada que chegasse a tanto, ficou um pouco assustada ao vê-la daquele jeito, ainda mais quando ela fez questão de arrancar o carro ao entrar na garagem, fazendo um estrondoso barulho desnecessário.
-O que foi isso? - perguntou Jonathan um pouco perplexo.
-É, será que posso te explicar depois? - disse Carol em súplica.
Jonathan assentiu com a cabeça, não estava em condições de questionar muitas coisas, muito menos parar para tentar entender toda a situação, depois de algumas latinhas de cerveja fica difícil o raciocínio lógico.
-Você vai ficar bem? - perguntou Caroline.
-Claro, vou ficar aqui esperando, quem sabe ela lembra de mim e volta..
-Acha mesmo? se ela saiu com a menina...não vai voltar, não acha?
-Relaxa, ela não faria isso .. - sorriu o rapaz levantando a lata de cerveja como se fosse brindar.
-Você quem sabe, até mais - disse Caroline recuando.
-Nenhum abraço? -indagou.
-É...- Caroline não queria dizer não, sabia que Débora havia ficado com ciúmes, mas também sabia que ela não deveria, afinal não havia motivos.
Caroline abraçou Jonathan timidamente, sentiu-se culpada por está ali com ele.
-Você já foi mais carinhosa Carol, depois quero saber tudinho o que está acontecendo - avisou despedindo-se, Caroline apenas assentiu, observou Jonathan voltando para a rua de onde havia surgido mais cedo. Antes de entrar no prédio deu uma olhada para o alto, respirou fundo, sabia o que tinha que encarar quando subisse, aliás, ela não sabia, não sabia mesmo, apenas imaginava.
-Porque demorou tanto? a conversinha estava tão boa assim? o que ele queria atrás de você? você gosta dele ? anda, responde. - disparou Débora no momento em que Caroline pisou no apartamento.
-Ei, calma, porque está assim? - disse suave, tentando entende-la, já que nunca havia ficado daquele jeito antes.
-Não desvia o assunto Caroline, o que aquele cara estava fazendo aqui? - disse com a voz alterada.
-Débora, abaixa o tom, que comigo você não grita, quando você se acalmar, a gente conversa.- finalizou, respirou fundo tentando não perder a calma, ficou pensativa por um tempo, notou que sua mochila estava no chão encostada no sofá, pegou-a.
-Onde você vai? - perguntou Débora.
-Embora - disse virando-se contra ela- Se você resolveu dá piti eu não vou ficar aqui escutando.
-Espera, espera, - falou indo em sua direção.
-Não vai por favor..-Falou segurando em suas mãos.
Débora com os olhos cheios d'água, fitou-a.
-Me perdoa, desculpa, eu não sei o que aconteceu, quando vi você com ele, meu sangue ferveu, olha como eu fico - disse estendendo as mãos, Caroline pôde ver suas mãos trêmulas, sentiu verdades em suas palavras, talvez fosse momentâneo aquilo, mas queria deixar claro seu posicionamento quanto a isso.
-Débora, ele é meu amigo, só isso, não precisa ficar assim meu amor, você quase o atropelou.- disse carinhosa.
-Eu sei, eu sei, me perdoa, foi sem querer, quando vi, eu já estava fazendo aquela cena toda, é que..
Caroline a abraçou, apertando tão forte como sempre fazia, aliás, tão forte como gostava de fazer, Débora retribui seu abraço, escondeu seu rosto entre seus cabelos, sentia-se segura quando Carol fazia aquilo, e principalmente sentia-se amada.
-Me perdoa, sussurrou.
-Claro, mas por favor não faça mais isso, você parecia outra pessoa...
Débora assentiu, afagou-se entre seus ombros tornando um momento silencioso e sincero.Ficaram assim por alguns instantes até serem interrompidas pela campainha, se entreolharam, afinal, quem poderia ser, já passava  mais da meia noite.
-E se for ela? - perguntou Caroline.
-Não pode ser, eu proibi a entrada dela, o porteiro sabe muito bem disso.-Falou indo em direção a porta, antes de abri-lá se recompôs.
-Oie - disse uma voz simpática e amedrontada - Desculpe incomodar Débora, mas é que o leite acabou lá em casa e as crianças não param de pedir, será que você não tem algum que possa me emprestar?
-Claro Valentina, entre, vou pegar para você..
-Boa noite - cumprimentou a vizinha.
-Boa noite - falou Caroline soltando um sorriso forçado, não disseram mais nada, até porque, não foi preciso, Débora não demorou e em segundos já estava com a caixinha de leite em suas mãos entregando a Valentina, que ficou super agradecida.
-Muito obrigada Débora, amanhã trago um novinho..
-Não precisa se incomodar Valentina, obrigada..mas é que irei viajar....
-Ah sim, tudo bem, quando você voltar eu faço questão de comprar, obrigada, salvou meu dia - finalizou sorrindo para Débora, logo dando boa noite para Caroline, que apenas retribuiu sem esbanjar simpatia.
-Boa viajem ! - disse indo embora.
-Obrigada - agradeceu, enquanto fechava a porta.
Finalmente a sós, pensou Débora, Caroline permanecia parada na sala, seus braços cruzados e sua cara soaram como ciúmes na visão de Débora, que achava um charme, ciúmes para ela significava que Caroline se importava, que a amava.
-Bonita ela, não acha?
-Ah, não vem me dizer que está com ciúmes - falou Débora afinando a voz enquanto ia de encontro a Carol, que achou extremamente engraçado a voz infantil que ela fez, mas segurou-se para não rir, Débora segurou-a pela cintura, que se rendeu rapidamente aos beijos delicados que recebeu.
-Quer tomar banho? - perguntou beijando-a.
-Quero, mas sozinha! - respondeu Carol fazendo seu típico charme que sempre conseguia deixar Débora boba de tão encantada, deixava-a esmorecida sempre.
Caroline seguiu para o quarto, pensou que Débora fosse atrás, mas  infelizmente ela não foi, esperou alguns minutos e nada, optou por tomar banho sozinha mesmo, talvez Débora tivesse levado a sério quando ela falou que queria tomar banho sozinha, o que de fato não era verdade.
Ao deixar a água quente cair sobre seu corpo, Caroline ficou pensativa, retomou as cenas de mais cedo, o ciúmes exagerado, ou perturbado que Débora demonstrou, concluiu que ainda tinha muito o que conhecer daquela mulher, acreditava em seus sentimentos por ela, e sabia que independente de qualquer coisa, ela a amava.
-Cheguei-falou sussurrando no ouvido de Carol, que inicialmente se assustou.
-Quer me matar? - disse.
-Desculpa coisa linda - falou Débora abraçando-a por trás, Caroline arrepiou-se ao sentir seus seios tocarem em suas costas, o vapor que emergia no banheiro não era somente da água entrando em ebulição, mas também dois corpos ardendo de desejo, em milésimos de segundos  se queimavam ao se encontrarem, Caroline imediatamente se virou, ficando rente a boca de Débora, que por sua vez pegava-a com firmeza pela cintura, deixando-a completamente rendida.
-Sabia que eu adoro tirar sua roupa, mas te ver assim é mais delicioso ainda..-disse Carol, olhando-a por inteiro.
-É? - provocou Débora mordendo os lábios, pressionando seu corpo contra o de Caroline. As duas permaneciam debaixo do chuveiro, a água caindo sobre o beijo intenso e acalorado que davam deixava o ambiente mais propício para o que estava prestes a acontecer, tão quente que fora impossível continuar ali, ou saiam ou desligavam.
-Não sei se é você ou é a água que está...fervendo- comentou Caroline entre sussurros.
-Vamos tirar a prova - falou dando um último beijo seguido de uma puxada no lábio inferior, Débora desligou o chuveiro e mudou do quente para o frio.
-Está melhor? - perguntou voltando de encontro a Carol.
-Bem melhor - disse entre intervalos de beijos - mas não sei porquê, ainda está quente aqui dentro - terminou sorrindo olhando firmemente para Débora, que a encarava. A essa altura do campeonato, não era palavras que supririam os questionamentos de Caroline mas sim o que Débora pretendia fazer com ela. Antes mesmo de Caroline abrir a boca novamente, Débora a puxou para si, levantou sua perna esquerda envolvendo em seu próprio quadril, um movimento nada delicado por parte de Débora, que não mediu forças ao prensa-la contra a parede, pôde perceber uma respiração se tornar mais rápida, voltou a beija-la, começou pelo pescoço e ia descendo conforme seus baixos gemidos pediam, desceu até os seios, onde fez questão de passar os lábios molhados, sem ousar toca-los  com sua língua, o que deixava Caroline obviamente mais excitada, Débora queria tira-la do eixo, queria escuta-lá, xingando-a como nunca havia feito antes, sabia que essa seria a pequena degustação da viajem que  fariam no qual, as proporcionaria muito mais prazer, que se depender dela, não fariam outra coisa além de sexo o dia inteiro.
-Ai - Gemia timidamente Caroline, deixando Débora louca a cada pequena gemida que escutava, ficaria naquela provocação quantas horas fossem necessárias para ouvir Caroline implorando para ser chupada, comida, fodida por ela, que fazia questão de ouvir isso da boca de Carol. Débora voltou ao pescoço da garota onde fez questão de sugar, suas mãos percorriam o corpo de Caroline, sem invadi-la ou toma-la pra si, a cada gemida tímida de Carol sentia mais vontade de faze-la gemer cada vez mais, mas antes queria que ela implorasse por isso.
-Me ...-dizia entre pausas- me ...vai..
Débora não assentiu, queria ouvir em alto e bom tom, se não ouvisse, continuaria a tortura, encarava Caroline, sabia que ela reconheceria seu olhar, e Débora tinha razão, Carol sabia o que ela estava fazendo mas não ia dar o braço a torcer tão rapidamente, pelo menos era o que ela achava. Sua boca sugava seu pescoço e descia por sua barriga, Débora não parava de fita-la, suas unhas percorriam suas coxas subindo enquanto a beijava, seu corpo arrepiava-se, Caroline queria...queria sentir sua língua, queria...
-Vai - dizia gemendo enquanto Débora estava ardendo de tesão, em um movimento brusco prensou Caroline contra parede, encarando-a.
-Eu só faço se você me insultar... -disse convicta.
-Insultar? - perguntou Caroline sem entender muito bem.
-É, insultar, xingar...
-Débora eu nunca...
-Eu sei - falou aproximando de sua boca, sem tocar em seus lábios, apenas disparou
-Tenta, só sente e grita, extravasa...
Caroline assentiu com a cabeça. Débora ficou feliz, achou que tivesse convencido-a, voltou beijando seu corpo, já não aguentava mais esperar, percorreu o colo, o pescoço, rapidamente desceu para os seios, começou passando vagarosamente a língua em cada auréola, primeiro na direita, com a língua fazia círculos diante do bico rígido, se segurava para não abocanha-los, e como era difícil..fez em um, depois em outro, nisso Caroline intensificava os gemidos e Débora excitava-se ainda mais, ao ponto que não aguentou e teve de se tocar, enquanto sua mão direita fazia movimentos circulares em seu clitóris, Caroline abria as pernas, sentando-se em um angulo sublime , deixando seu sexo perfeitamente a disposição de sua boca, que não aguentava mais aguardar, primeiro Débora deu uma leve chupada, fazendo com que Carol desse uma pequena saltada para trás, ao sentir sua mão completamente melada, retirou, passando-a em Caroline, que adorou a sensação.
Com os dedos completamente molhados, Débora penetrou dois em Carol, que gemeu mais alto ao sentir, começou delicadamente mas a medida que aumentava a intensidade, Caroline acompanhava quanto aos gritos, ao sentir sua boca e seu dedo, soltou um grito dos deuses, Débora sentiu ainda mais tesão depois de escuta-lo, penetrou mais acelerado, sua língua dançava em seu sexo, que acompanhava o movimento tanto dos dedos, quanto da boca, com a velocidade ainda maior, Caroline esmoreceu-se caindo vagarosamente sem perder o fôlego, Débora apenas acompanhou, ousou em acelerar ainda mais os movimentos , em compensação, Caroline rebolava com a penetração, era maravilhoso vê-la assim, um colírio para as vistas e um maravilhoso pecado, pecado esse prestes a ser cometido, pois a tentação estava diante dos seus olhos, nua e crua, prestes a aprender tudo que Débora sentia na obrigação ensinar, afinal seu dom era esse.
-Vai ...-dizia Carol entre gemidos.
Débora aproximou-se de sua boca, apenas fitava-a com os olhos..ainda a penetrava com intensidade deixando o ambiente cada vez mais quente, no qual Caroline soltou seu último grito, antes de cair completamente no chão, seu corpo estremeceu, sofrendo leves espasmos e aos poucos Débora retirou sua mão, completamente lambuzada , em frações de segundos tocou em seu próprio sexo, onde misturavam-se tanto seu gozo como de Carol, logo após. ela retirou sua mão levando-a de encontro aos lábios de Caroline, contornou sua boca com o líquido viscoso onde em seguida tocou em seus lábios, fazendo deles como se fosse seu batom, em seguida chupou sua boca com querença, seu corpo ainda fervia, borbulhava de desejo.
-Quer ir pra cama?
Caroline apenas assentiu com a cabeça, sem deixar de soltar um sorriso maliciosa e um olhar fulminante, logo após de desligar o chuveiro, Débora a pegou  no colo,levando-a em direção a cama.
-Nossa-falou Caroline depois de ser jogada sem nenhuma doçura.
-Hoje vou te mostrar do que eu gosto - falou Débora encarando-a, em seguida ligou o som, uma playlist com variados estilos musicais começou a tocar, todos extremamente deliciosos para se escutar acompanhado de gritos e gemidos.
 -Então gosta de música? -perguntou Caroline, mexendo e remexendo suas pernas na cama.
-Não só de música - retrucou Débora, retirando da gaveta alguns acessórios, dentre os quais, sua cinta peniana era a favorita.
-Gosta? -perguntou aproximando-se de Carol, que a principio observou, em seguida soltou.
-Não.
-Não?
-Não, deixa isso e vem...vai - pediu carinhosamente mas ao mesmo tempo com uma voz que exalava excitação.
Para Débora, seus pedidos eram ordem. Começou beijando-a pelas pernas, subindo vagarosamente pelas coxas, no qual mordia e beijava com veemência, não demorou muito para que aquela cama incendiasse. Débora beijava suas costas, sua respiração ofegante demonstrava o quão era prazeroso dar prazer como receber, seus dedos penetravam Caroline, que se contorcia, empinando cada vez mais..seus seios acompanhavam o movimento, pulavam mesmo quando as mãos de Débora insistia em agarra-los seguidos de inúmeros tapas, no qual deixava tudo mais excitante, no ápice da noite não existia mais pudor, ou vergonha, Caroline gemia maravilhosamente alto, que misturava-se ao som que tocava ao fundo, para Débora não existia música melhor do que o de sua mulher em seus ouvidos.
-Goza pra mim...- pedia Débora  chupando seu pescoço.
-Ai....-gemia Carol
-ai....
-vai...-pedia contraindo-se
-vai ......-suplicava Caroline.
-Aii.....Caralho - gritou ao sentir não só os dedos como a língua de Débora.
Caroline instantaneamente contorceu-se,  puxou Débora para si, sua mão agarrou-a pela nunca, enfiando seus dedos entre seus cabelos, no qual beijou-a com voracidade, um beijo molhado, intenso, no qual fez se aconchegarem delicadamente, entrelaçando suas pernas uma na outra, corpos colados,Corpos exaustos, cansados, falecidos depois de tanto prazer, e assim permaneceram entre beijos demorados, entre olhares e sorrisos apaixonados, até finalmente, adormecerem.

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12 comentários:

  1. Delícia de conto... Deu até vontade de ser a Caroline...

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    1. Eu faço vc delirar de prazer feito ela. Q tal ?

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  2. Realmente. Esse capítulo tem muito a acrescentar. Eu que já tive relação com algumas mulheres, confesso que nunca tive essa liberdade toda na cama. Seu que muitas gostam e outras não, isso é normal.
    Sinceramente não sei se consigo, gostaria, mas ainda tenho bloqueios com isso.
    Não sei se pq sou assim, nunca tive um motivo aparente, acredito eu, mas é algo que não sai.
    No caso Caroline é nova no pedaço e acredito que ela tenha mais vontade em satisfazer Débora do que qualquer outra coisa.
    Espero que ela se permita chegar ao sexo dessa forma, solta, pq é ruim quando sua parceira gosta e vc tem um bloqueio, pra mim é extremamente frustrante não me soltar das amarras.
    Eu sou da opinião que entre quatro paredes vale muita coisa, mas infelizmente na prática eu não consigo.
    Acho que nem a bebida me soltaria a este ponto.
    Mas no geral eu gostei muito da evolução da história.
    Continue assim e ajude pessoas como eu a se soltar mais e viver o momento sem se preocupar se está certo ou não, oq importa é o amor que vc sente pela sua amada.

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    1. Gata não sei seu nome, mais tipo nada melhor que o tempo pra isso mudar e você trabalhar dentro de você esse alto bloqueio

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  3. Fiquei vidrada lendo e imaginando as cenas de amor e ciúmes.
    Q capítulo apimentado, fiquei cm calor e excitada. Dlc

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  4. Meu Deus!!! Que capítulo!!!
    Como faço para apagar o fogo depois desse capítulo? Já sei, vou tomar 3 copos de água, para ver se esse calor melhora...
    Esse Conto está demais, e eu estou amando ele cada vez mais!! <3

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  5. Conto delicioso de ler... amo amo amo cada vez mais

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  6. Foi um capitulo e tanto, em relação a bloqueio citado a cima pelas colegas va se liberando!!! Primeiro liberte-se de você mesma! Não ponha a culpa em terceiro de algo que dentro de você.

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  7. Próximo capitulo por favor hahaha

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  8. pelo amor d Deus cadê o proximooo.. nossa cm ta bom.. gzuis....

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  9. Muito bom!!! Quero maissss

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