20.10.16

Será que é amor? - capítulo 29


Entre uma provocação e outra, que deixava o clima ainda mais excitante,  Débora estava louca para chegar em casa,  no carro Caroline não deixava-a em paz, enquanto dirigia era beijada a todo instante,  desde o pescoço as pernas, onde Carol acariciava com suas mãos, adorava tudo em seu corpo , e suas coxas estavam mais apetitosas do que nunca, não resistiu e teve de beija-las fazendo Débora soltar um belo gemido e por um segundo contorcendo sua cabeça para trás.
-caralho!
- quê? - levantou Caroline com os olhos arregalados e os fios de cabelo bagunçado.
-você é....- mordeu os lábios e a olhou de cima a baixo devorando-a com os olhos,  haviam acabado de chegar ao condomínio de Débora, e ao saírem do carro se depararam com uma de suas vizinhas.
-Boa noite.
-Boa noite,  cumprimentam gentilmente e as três seguiram para o elevador.
-Que calor - diz Débora.
-pensei que fosse só eu que estava sentindo- concorda Caroline.
- calor como esses,  só acontece entre quatro paredes. - diz Débora fixando o olhar em Carol, que é interrompido ao lembrar da presença da vizinha.
- quatro paredes,  elevador,  tem quatro lados por isso quatro paredes - sorriu sem graça, já se embaraçando em suas próprias palavras.
-Até que enfim- exclamou a vizinha que morava no apartamento da frente, saiu como se estivesse correndo da forca.
- meu deus, que azeda- Exclamou Débora.
- acho que ela reparou você olhando para o lindo decote dela- Ria Carol.
- ah, ela não faz meu tipo.
-não?
-não, já  você - falou Débora pegando Caroline pela cintura e apertando-a contra parede.
-Você é minha sabia?! e quando entrar no meu apartamento você vai ver...
- vou é?  Posso saber o que?
- Eu te ..fodendo gostoso,garota!
Sem se largarem um minuto, entraram no apartamento,  Caroline ao fechar a porta prensa Débora nela, aperta sua cintura e com a outra mão levanta sua perna pondo a envolta do seu corpo.
- ta achando que vai me comer primeiro é?
- Eu não estou achando, eu vou.. - respondeu Carol a encarando,com um sorriso malicioso na cara-  enquanto seus dedos já estavam tocando a calcinha de Débora, que ao sentir, arrepiou-se.
- Sabia que você de saia,  camisa... fica tão sexy?
- É? -  Suspirou, mal conseguindo responder.
Carol ao vê-la vulnerável , sabia que forças para resistir ela não tinha mais,  ainda coladas uma na outra puxa Débora para si caminhando em direção ao sofá,  onde Carol se senta e Débora acompanha, sentando em seu colo.
-Não acha que vai me..-tentava falar, porém mal conseguia, sua pele fervia e a cada toque de Carol  era como se fosse uma faísca prestes a pegar fogo.
-Te comer? - respondeu Caroline olhando em seus olhos.
Caroline a segurava pela cintura, suas mão percorriam suas pernas, até chegar em sua saia que no qual não excitou em tira-las, bem devagarzinho enquanto sua boca passeava pelo seu farto decote, Débora segurou sua cabeça apertando contra seus seios por alguns segundos, deixando Caroline sem ar, logo após solta-la notou uma vermelhidão em seu rosto, e então começou a rebolar em seu colo, Carol de repente, puxa o cabelo de Débora para trás, e joga seu corpo contra o sofá, usando uma força além do habitual, mas nada que Débora não gostasse.
-Ai
-Machucou?-perguntou Carol preocupada, pensou que talvez tivesse colocado força demais na sua performance.
-Não, continua vai, quero ver você bem selvagem-disse implorando.
Carol, continuou beijando-a, seu corpo nutria cada vez mais de desejo por aquela mulher, que ficava ainda mais deliciosa gemendo de tesão, Já não aguentando mais Débora começou a se despir, desceu sua saia, depois tirou a camisa,estava cheia de tesão, não aguentava mais as provocações de Caroline, decidiu tomar as rédias e senta-se no sofá, e com uma bela abertura de pernas, começou a se tocar, apalpando seu corpo, sua mão tocando seus próprios seios e a outra por cima da sua calcinha que já estava totalmente molhada, Caroline a observava, seus olhos fixaram nos delas.
-Vem me chupar, vem, quero ser sua cachorra, caralho.
Carol passava seu rosto sobre sua calcinha, podia sentir o cheiro que ela estava louca para provar, foi subindo até chegar em sua boca onde arrancou mais beijos seguidos de belas mordidas, e sussurrou...
-Vem -puxando Débora pelas mãos em direção a cozinha, em frente ao balcão Carol segurou sua cintura e a levantou, colocando-a sentada, enquanto beijavam-se uma arranhava as costas da outra, seguido de  mais e mais beijos calorosos e chupões deliciosos. Caroline desceu suas mãos para as pernas de Débora onde a arranha com as unhas, abrindo-a vagarosamente. Carol já estava totalmente louca para chupa-la, queria proporcionar o mais delicioso prazer , vendo ela , sentada naquele balcão, com os seios enrigecidos e se contorcendo de tesão era a imagem mais excitante que poderia ter, não ia desperdiçar um só momento, sua língua passou de leve sobre a calcinha fio dental que ela estava usando, Débora já se contorcendo de tesão, puxou sua calcinha para o lado, deixando Carol tentada mas não menos cruel, ela passou a língua devagarzinho, molhando todo seu sexo, que soltou um intenso gemido.
-Caroline, vai, me...
-Quem é que vai foder quem primeiro an?
-Cala boca e me chupa logo caralho.
Caroline ergueu a sobrancelhas e deu seu sorriso vencedor, começou passando a língua entre as coxas, subindo sem deixar de beijar ou chupar uma parte se quer, a cada gemido que ela escutava seu corpo arrepiava-se e desejava cada vez mais aquela mulher, seus lábios tocaram Débora que ao sentir se contorceu ainda mais, Caroline com a ponta da língua dá uma lambida como gostava de fazer, de cima a baixo , fazendo Débora gritar de tanto tesão, pôde sentir sua garota invadindo-a, Caroline começa a chupa-lá, enquanto suas mãos apertam seus seios, desde arranhões a puxadas nos mamilos, que deixavam-o cada vez mais durinhos, Débora se contorcia em cima da bancada, começou a rebolar na boca de Carol, que não se aguentou, retirou uma das mãos do seio de Débora, se levantou e a beijou seguindo o ritmo, colocou um dedo em seu sexo, fazendo-a gemer ainda mais alto, sem pestanejar, chupou seu clitóris enquanto a penetrava com delicadeza, coisa que Débora menos queria nesse momento.
-Rápido, vai, rápido porra -falou ela, entre gemidos.
 Carol sabia deixa-la louca, e como sabia, adorava escuta-la pedindo mais, era o que mais gostava, logo após os gemidos, claro; Pedido de Débora feito é pedido cumprido, Caroline acelera o ritmo da penetração, trazendo-a para ponta da bancada, até pisar no chão, onde ficou na ponta do pé, enquanto a outra perna ficava levantada, Caroline a beijava enquanto arranhava suas costas e metia com rapidez, seguido de alguns tapas, Débora por sua vez, só conseguia gemer, gritar e gemer, suas mãos arranhavam Carol na mesma proporção que ela a penetrava, as duas estavam no ápice, Débora gemia tão alto, que Caroline queria ver aquela mulher gozar exorbitadamente e de preferência em seu dedo e depois na sua boca, dito e feito, trêmula, Débora gozou tanto, que ficou incapaz de se amparar em pé, Caroline a segurou com força, contra o balcão, deitando seu tronco para trás, beijava-a e acariciava seu corpo, Débora sorria, era inacreditável o poder daquela menina sobre ela, as vezes nem a própria acreditava se deixar ficar assim, ficaram ali por alguns minutos, sem dizer uma palavra, apenas trocando carícias, olhares, palavras nesse momento não era nada perto do sentimento que ali sucedia.
Recuperada, mas ainda mole, Débora é puxada por Caroline, só que dessa vez, as duas coladas, vão em direção ao quarto e se jogam na cama.
-Você é... -Débora não conseguiu encontrar adjetivo suficiente que qualificasse Caroline depois de tudo isso.
-Sugiro, perfeição em forma de ser humano.- As duas riram, Caroline tinha um ótimo senso de humor.
-Não, quer dizer, também pode ser...
-Já você é, deliciosa, apetitosa, gostosa, formosa, airosa, fascinante, vistosa, interessante, sedutora, encantadora, deleitosa, deleitante, aprazente
Débora soltou um riso, bem gostoso se é que podemos definir.
-Que boba- disse dando um rápido selinho- não sabia que tinha um Aurélio falante e da próxima exijo sinônimos, classificação gramatical, definição e aplicação em uma frase.
Caroline riu, e não disse mais nada, apenas ficou ali olhando-a.
-O que foi? - estranhou Débora.
-Nada, só estou admirando a pessoa que não posso mais viver sem.

.+ Conto
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