19.4.16

Será que é amor? Capítulo 19


Depois daquela noite, Débora sabia que estava apaixonada por Caroline, sentia o que há tanto tempo não sentia, do mesmo modo que o medo veio acompanhado desse sentimento intenso que a cada dia só aumentava, não sabia se seria certo,  entregar-se a esse sentimento, ao mesmo tempo que seu coração não deixava dúvidas, a circunstâncias não colaboravam para isso se tornar um relacionamento dito sério, afinal ela provavelmente mal teria dezoito .
- menor de idade?! - falou Débora para si mesma, já imaginando quais mais problemas elas teriam .
- menor de idade, aluna,pai intolerante provavelmente; nenhum pouco compreensível,muito menos educado, e por aí vai .. senhor, isso não daria certo, é loucura.- disse Débora colocando as mãos na cabeça que já doía apenas de pensar nessa situação,  depois de pensar tanto sobre isso, de repente o telefone tocou, seu coração acelerou e sua respiração seguiu o mesmo compasso ao ver no visor o nome dela..
- Caroline ! - se derretia Débora ao falar seu nome.
- Oi, liguei para te perguntar como está, como você esta?
- Feliz, eu diria.., estava pensando em você nesse exato momento .
- e o que estaria pensando sobre mim nesse exato momento? Posso saber ?
- não , não pode, até porque eu gostaria era de fazer e não falar .
- uau, isso me fez arrepiar sabia?
- sabia, porque não vem aqui ou se quiser te busco...
- isso é uma proposta?
- diríamos um convite,  e outra; amanha é sábado lembra?
- sim, é sábado; o que tem?
- NÃO ACREDITO - disse Débora fazendo um tom bravo.
- o que ? Eu esqueci alguma coisa?
- sim, esqueceu.
- então me lembra
- meu nudes.
Caroline riu do outro lado da linha como nunca, com isso Débora a acompanhou na risada, deixando as duas em silêncio logo em seguida.
- vem me buscar que vai ter nudes pessoalmente - falou Caroline com aquele tom provocante que só ela sabia fazer e claro Débora estremecia só de escutar.
- chego em um minuto.
- não demora, estou com vontade de você.
- ai ai ai - suspirou Débora
-um beijo,o resto eu dou pessoalmente. - disse Carol que logo  desligou o celular sem esperar resposta ouvir respostas.
Débora estava de camisola, apenas colocou um casaco, um sapato, e passou seu perfume favorito, sem demoras já estava a caminho da casa de Carol.
o telefone tocou e Caroline atendeu.
- Já?
- eu sou rápida, não sabia?
- eu que o diga! Já estou indo...
Ao sair da casa,  Débora por milímetros não babou, porque de boca aberta já estava, para quem quisesse ver,  Carol estava com um trench coat desabotoado, e totalmente nua, batom vermelho matte, um olhar sensual, alias ela estava como nunca Débora havia visto, ou seja sua admiração e surpresa  eram inevitáveis, Caroline entrou no carro, e fechou a porta, tirou seu trench coat jogando - o no banco de trás, sem nenhum receio ou pudor, ela se sentou no colo de Débora que ainda estava paralisada, não sabia se gostava ou se se assustava com aquela menina irreconhecível que estaria em seus braços  nesse exato momento.
- você não falou nada até agora - sussurrou Carol no ouvido de Débora, enquanto mordiscava sua orelha.
Débora apenas fixou seu olhar no de Caroline, não tinha palavras para dizer nada, nada do que ela dissesse seria capaz de traduzir ou descrever o que ela estaria sentindo ou achando daquilo tudo.
- Não gostou?  - disse Caroline manhosa.
- Eu amei, você é maravilhosa, só  acho que quer me matar do coração.
- matar do coração ? Olha que eu nem comecei.
Carol beijou Débora como sempre,porém dessa vez com sede ao pote,com um desejo mais aguçado, com vontade,  arrancando dela até os últimos suspiros, finalizando o beijo com uma mordida em seus  lábio..
-ai, estou quase ficando com medo..
Carol sorriu...
- não precisa, sabe que eu não faria mal a mulher que...
- que?
- que faz meu coração quase sair pela boca.
"CARALHO, porque tão fofa, porque tão safada ?! " pensava Débora que já em seu devido lugar tratou de ligar o carro e correr para casa, literalmente.
"Não acredito, eu na palma da  mão dessa menina,  e que menina " de canto de olho, observava o corpo meio despido, que a fazia sentir os desejos mais intenso e as vontades mais inimagináveis.
-vem!
-calma, estou me vestindo ou quer que eu saia nua?
Débora riu
-Claro que não!  O que tem debaixo dessa linda roupa só eu posso ver.
-ah é?  Então meu nu artístico que você tanto quer não será exposto? Não acredito que estava me iludindo com o lance de modelo.
-olha, no começo até que poderia mas agora,  ah agora só seria minhas fotos,  exclusivamente minhas- falou Débora beijando Caroline. As duas não demoraram e já estavam subindo para o apartamento. Entre beijos,mordidas, pegadas,  Débora começou a desabotoar a roupa de Caroline, que se negou a deixa-la continuar, mordendo os próprios lábios, Carol segurou na cintura de Débora com uma firmeza digna de deixa -lá sem reação, lhe tirou um beijo que foi capaz de acender todo seu corpo,faze-los queimar de tesão, tal tesão que já estaria ali desde a primeira noite que passaram juntas. Caroline a deita no sofá, seu corpo se deita sobre, sua boca percorria, discorrendo o pescoço, o colo, a boca de Débora, seus beijos atingiram cada pedacinho do seu corpo, no começo lento e carinhoso,  peles se encontraram, olhos ardendo de tesão, Débora pôde sentir que Caroline queria mais do que aquilo mas ainda estava em  dúvida se tomava atitude ou deixaria para saber até onde ela iria chegar.
-Quer ser minha essa noite ? Sussurrou Carol ao pé do ouvido de Débora, enquanto acariciava rosto a rosto.
-não só essa noite, você sabe... - respondeu ela já trazendo Caroline para si,  apertando- a contra seu corpo e beijando sua boca.
-você não é fácil né....
-eu...quero você...- sussurrava Débora entre beijos e lambidas
-Eu sei, mas hoje sou eu que vou te foder.- disse com aquela voz que só ela sabia fazer, causando arrepios em Débora só ao escutar.
-você falando assim até parece que conseguirá me satisfazer.
-acha que não?
-sei que não...
-Adoro essa provocação sua.., quero escutar você falar isso depois de gozar na minha boca ...no meu dedo ...nos meus seios ...na hora que eu foder você de quatro..
Débora se molhou só de ouvir novamente a palavra foder vinda da boca de Carol, que sempre tão doce naquele momento estava parecendo a pessoa mais sem vergonha do mundo.
- não sei o que ainda está esperando ...
- não sabe, jura que não?  - falava sussurrando enquanto a mordia, que já estava se contorcendo de desejo, ah como Carol sabia provocar.
Caroline tira peça por peça de Débora, deixando-a apenas de calcinha, uma renda vermelha,  suas mãos  percorreram as coxas de Débora, sua boca fizeram o mesmo caminho, Caroline senta-se em Débora, que a chupava com ânsia, se molhava ao ver Caroline sussurrando "vai..assim..isso.." enquanto rebolava em sua boca, deixando Débora tomar seu sexo. Carol se desvencilha e em rápidos segundos, se colocou em posição para que uma pudesse chupar a outra, não se inibe ao chupar Débora, toma a com desejo e é retribuída na mesma proporção.
-Ai Ai Ai - Gemia Débora, quanto mais gemidos mais Caroline a tomava, sua língua percorria de cima a baixo o sexo de Débora, molhava-o, quando penetrada seus gemidos suaram mais altos que nunca, dando combustível para acelerar os movimentos de Carol ainda mais, movimentos esses acompanhados de Chupadas intensas. Entres uma lambida e outra, Caroline -a devorava, sentia o gozo mais gostoso que poderia sentir, Débora estremecida sorria, enquanto seus dedos estavam ainda dentro de Caroline, fazia carinho enquanto sua boca não deixava de chupa-la..
- você é maravilhosa... -Disse quase sem ar, totalmente amolecida.
- não acredito que já estou assim... o que você fez comigo...
Carol se levantou, subindo de encontro ao rosto de Débora, queria olhar em seus olhos e beijar sua boca, dito e feito..
- Eu gosto tanto de você... tanto... tanto...
- e eu já disse que sou apaixonada por você, e vou dizer isso sempre, sempre!
As duas deram um beijo esquimó, Caroline se aconchegou nos braços de Débora, e assim passaram a toda a noite.


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