9.2.16

Será que é amor?- Capítulo 1


"Caroline é uma menina linda, de cabelos ondulados, claros, aqueles lindos olhos,  toda angelical, um doce de garota, uma inocência de encantar qualquer um,mas uma safadeza de enlouquecer qualquer um" tais palavras eram do diário de Débora, mas antes vamos falar como tudo começou. Débora uma mulher madura, inteligente, cabelos longos e pretos, atraente, séria e não dava liberdade para nenhum aluno, ah e sem se esquecer que ela adorava números, sim, Débora era uma excelente professora de matemática, sua beleza era de dentro para fora, sua sensualidade era natural; mas durante as aulas era uma profissional, uma professora que andava de Jaleco para evitar comentários maldosos de alunos que não passavam de adolescentes em formação.
Débora dava aulas na escola a bastante tempo, amava aquela profissão, muitas pessoas já passaram por ali, desde colegas de trabalho a alunos que viraram amigos, como ela amava isso tudo.
Primeiro dia de aula do ano, e a primeira aula é no Segundo ano, e como de costume ela se apresenta e sem rodopios já passa matéria nova no quadro, quando a diretora aparece na porta.
-Com licença professora, eu gostaria de falar com a Caroline.
-Claro, fique a vontade.
Caroline por sua vez, estava sentada de cabeça baixa sob a mesa, sentava no último lugar, todos os alunos viram-se para vê-lá e então a professora chama seu nome em um tom de voz alto e Caroline levanta a cabeça com uma expressão de desentendimento e logo escuta.
-Aqui não é lugar para dormir mocinha, a diretora quer dá uma palavrinha com a senhorita.
-Posso ir lá?
-óbvio, que pergunta!
finalizou a professora com uma cara irônica, sem pensar muito Caroline disse
-se fosse óbvio eu não estaria perguntando.
logo houve um furdunço na sala, devido a má resposta que Caroline havia dado a professora.
Mas Débora foi logo acabando com a gozação e continuando sua explicação sobre matriz inversa, matéria que no qual ela amava explicar.
Caroline mal sabia que devido a sua grosseria com professora, seria algo tão comentado, pois todos já estavam sabendo, ser novata dá nisso, vira assunto do momento.
Já em casa, Débora deitada na cama lendo Augusto Cury, se vê apenas passando os olhos sobre as páginas do livro, com a imaginação em outra coisa, aliás não era uma coisa e sim em uma pessoa, uma menina com rosto angelical que até mesmo sendo ou querendo ser rude não conseguiu pois aquelas palavrinhas foram tão doces quanto sua voz e o seu rosto, que linda era ela, suspirava Débora enquanto pensava naquela menina, quando de repente ela cai em si e pensa consigo mesma "não Débora, que loucura é essa? É só mais uma aluna" e logo escuta o telefone tocar, e quem era ? Sim, era Juliana...
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